5.2. O despertar.

5.2. O despertar.

Salomão diz que não há nada de novo debaixo do céu (Ecl.3:15). Estou certo que não estamos propondo nada de novo. O trabalho integral com pastores-missionários, sob vários aspectos, sobretudo, a articulação teórica, já vem sendo feito a muitos anos, por algumas agências de missões nacionais e internacionais.

A nossa motivação para o agir ministerial a partir deste lugar do cuidado integral do ministro, se deu a partir de uma experiência singular. Quando do meu segundo ano do curso de psicologia[1], participei de uma jornada para residentes em psicologia em saúde mental. Uma das palestras versava sobre o cuidado do cuidador. Isto me levou à um estado de reflexão, seguido por uma forte inquietação sobre o que eu poderia fazer, a partir deste lugar (cuidando do cuidador) em relação a obra missionária, inicialmente; com o avanço do projeto (por isto esta é a versão 1.0.0.3), foi ampliado para Ministros. Mantive a inquietação guardada no meu coração, e passei a colocar o assunto diante do Senhor em oração. Continuei os estudos, conclui o curso, desenvolvi um laboratório durante todo ano de 2010 com wokshops para casais, e realizei um trabalho clínico com 12 pacientes. Mas, a inquietação voltou.

No início de 2011 a inquietação voltou de forma contundente, o que me levou a entender que tinha chegado a hora de pôr em prática este despertar. Este despertar se articula sob os pilares do MEAM, na consecução dos objetivos.


[1] Aqui o Pr. Frank Ribeiro fala para “nós” da sua experiência como pano de fundo que norteia este projeto. Há de observar esta “confusão” entre eu e nós, mas é em função deste detalhe.

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